CPEABRASIL-OS PEIXES

Peixe Vermelho ou Olho de Cão

 

Nome: Olho-de-cão ou simplesmente Vermelho
Nome científico: Priacanthus arenatus
Água doce ou salgada: Salgada

 Características: O olho-de-cão é um pequeno peixe marinho, que chama atenção por causa dos seus olhos enormes, que chegam a ser maiores que o comprimento do focinho, e sua cor vermelha bastante intensa. Essas características também o fizeram ser conhecido como olho-de-vidro. Em outras regiões do País, pode ainda receber os nomes de piranema ou vermelho-olhão.

O peixe tem alto valor culinário e normalmente é encontrado na medida média de 35 centímetros de comprimento, não tendo tamanho mínimo para o abate. Tem o corpo baixo e tipicamente alongado, com a coloração avermelhada intensa (rubro), orlas mais escuras margeando as nadadeiras dorsal e anal, enquanto as ventrais são negras.
A nadadeira caudal tem a borda reta e quadrada e lobos, inferior e superior, muito prolongados, com raios nas barbatanas. As nadadeiras peitorais são pequenas.
Já nadadeira dorsal apresenta dez espinhos e onze raios, enquanto a anal apresenta três espinhos e oito raios, todos avermelhados.
As características das nadadeiras são utilizadas para classificação das espécies, especialmente a natureza e o número de raios que contêm, pois eles se mantêm constantes em cada espécie, qualquer que seja o tamanho e a idade dos exemplares.

Hábitos: Tem hábitos noturnos – mas também pode ser capturado durante o dia – e apresenta padrão de distribuição espacial agregado. Vive em fundos rochosos, de areia, pedra, coral e dentro de baías, desde a costa, em profundidades que variam de 10 a mais de 200 m, com preferência para as águas mais profundas. Embarcações afundadas e destroços submarinos são ótimos locais de captura.

A espécie é carnívora e se alimenta de camarões, outros peixes menores e crustáceos, mas a maior parte de suas presas são larvas. Atinge a maturidade sexual a partir dos 15 meses de idade e não apresenta nadadeira adiposa, que é encontrada apenas em poucos grupos de peixes marinhos.

Dicas para pescá-lo: Estes peixes são encontrados em cardumes numerosos em barcos afundados e parcéis. É muito comum pescá-los com sabikis com 3 a 6 anzóis (O sabiki imita pequenas iscas artificiais). Não é raro pescar um peixe em cada anzol do sabiki... 

 

PREJEREBA, PREJEREVA

Nome: Prejereba
Nome científico: Lobotes surinamensis
Família: Lobotidae


Características: com corpo alto e comprimido, escamas escuras e firmes, cabeça triangular pequena, assim como a boca e os olhos, normalmente são encontradas com tamanho médio de até 80 cm e 10 kg, mas pode alcançar até um metro de comprimento e ultrapassar os 20 kg. Os jovens são idênticos a folhas largas, parecidas com as de mangue. Na maioria das vezes sua coloração é amarronzada com reflexos brancos ou cinza esverdeado nas laterais das nadadeiras cortantes. Os juvenis podem variar entre o preto e o amarelo, além de realizarem mimetismo de acordo com o meio onde se encontra. A nadadeira dorsal, peitoral e anal são alongadas e arredondadas, quase atingindo o final da nadadeira caudal, com espinhos agudos e proeminentes que exigem do pescador muito cuidado no seu manuseio. A caudal é curta e arredondada dando a impressão de que se formam três nadadeiras similares.


Hábitos: carnívoro, apresenta dentes pontiagudos e tem o hábito de se alimentar de pequenos peixes e crustáceos que encontra na flor d’água. Costuma boiar na superfície na maioria das vezes sozinhas ou em pares. Com hábitos diurnos e noturnos sua pesca é mais produtiva no verão. Estão aptos a se reproduzir após o primeiro ano de vida entre os meses de setembro e fevereiro.
Curiosidades: por sua segunda nadadeira dorsal e a anal serem extremamente desenvolvidas os norte-americanos chamam a prejereba de tripletail, que em português quer dizer cauda tripla.


Onde encontrar: podem ser encontradas em todo o litoral brasileiro, desde o Estado do Amapá ao Rio Grande do Sul, em águas costeiras com temperatura em torno de 28ºC. É comum serem encontradas do lado ou sob detritos flutuantes como sargaços, tábuas, bóias, plataformas de petróleo, pedaços de isopor, pilares e outras estruturas passando desapercebidas graças ao seu mimetismo.


Dica para pescá-lo: muito ariscas, fogem a qualquer movimento que se aproxime delas se escondendo entre as estruturas ou afundando rapidamente. Os exemplares mais velhos costumam freqüentar locais de pedras em grandes profundidades. Os mais jovens podem ser encontrados perto da costa, bocas e embocaduras de rios, costões, canais litorâneos, lagoas com água salobra ligadas ao mar e manguezais. É sempre bom lembrar que esses semipelágicos são migratórios e costumam estar sempre onde houver alguma estrutura boiando.

CAVALA WAHOO

Nome: Cavala Wahoo, conhecida também como cavala-aipim, cavala da índia, carapicu ou somente wahoo
Nome científico: Acanthocybium solandri

Família: Scombridae


Características: chega a atingir 2 metros de comprimento e 80 Kg de peso, porém a média fica entre 10 kg e 30 kg dependendo da região em que se encontra. Tem o corpo fusiforme, alongado e ligeiramente comprimido todo revestido por escamas bem pequenas, quase imperceptíveis, e listras verticais mais escuras sobre as laterais do corpo de coloração azulada lembrando um tigre, característica que muitas vezes não é encontrada nos indivíduos maiores, e uma linha lateral bem marcada. Com focinho longo, cônico e pontudo e cabeça pontiaguda, seus maxilares marcantes formam um “bico” que podem ser movimentados como uma tesoura, pois a maxila superior é móvel. Seus dentes são proeminentes, serrilhados, enfileirados, contínuos, bem afiados e fortes. Apresenta duas nadadeiras dorsais ligeiramente separadas e três quilhas no pedúnculo caudal. A nadadeira caudal é bem furcada e as barbatanas são pequenas.


Hábitos: realiza migrações sazonais geralmente sozinhos ou com aproximadamente 10 indivíduos, quando mais nova costuma formar cardumes maiores se agrupando na superfície. Após os quatro anos de idade, quando já está com tamanho acima de 50 cm, costuma formar grupos e migrar para regiões onde o verão ainda predomina. Pode desovar durante todo o ano depositando em cada uma delas milhões de ovos. Predadora, a cavala se alimenta muito de lulas, além de atuns, peixes voadores, baiacus, sardinhas, manjubas e outras espécies menores.


Curiosidades: Apesar de seu grande porte, é um dos peixes mais rápidos do mar e do mundo graças ao seu corpo com um formato extremamente “aerodinâmico” que possibilita atingir velocidades altíssimas bem próximas de 80 Km/h – marca provavelmente nunca alcançada por quaisquer outros peixes desse porte, o que contribui para a sua reputação de um dos grandes predadores dos mares. Geralmente é bastante solitária mas extremamente voraz. Quando capta a presença de alimento se move rapidamente em sua direção e seu primeiro arranque é tão violento que atinge a velocidade máxima em menos de um segundo. Costuma ferir sua vítima primeiro para depois retornar e com mais calma devorar os que ficaram feridos.


Onde encontrar: é uma espécie oceânica que migra parcialmente, preferindo águas tropicas em todo o Pacífico e Atlântico, e está presente nas zonas tropicais e subtropicais. No Brasil habita todo o litoral, desde o Amapá até Santa Catarina, e costuma ser mais abundante na chegada do verão, principalmente no nordeste, freqüentando os costões rochosos e regiões de mar aberto não muito distantes da costa


Dica para pescá-lo: Por ser pouco abundante, é encontrada perto da superfície e também em médias profundidades. Solitária ou em cardumes, permanece perto de plataformas, sargaços, naufrágios, recifes, à volta de detritos de superfície ou próxima a topos submersos onde se encontra maior concentração de pequenos peixes, mas também são vistos em alto mar.

XAREU, CABEÇUDO

Nome: Xaréu
Nome científico: Caranx hippos
Família: Carangidae


Características: é muito procurado pelos pescadores por causa da intensa briga que proporciona por sua voracidade. A espécie alcança 1,5 metro e 25 kg sendo, e os jovens são, geralmente, encontrados em pequenos ou grandes cardumes de exemplares medindo entre 50 cm e 70 cm pesando cerca de 7 kg. Já os grandes xaréus costumam ser solitários. Corpo alongado, alto e comprimido lateralmente, com focinho arredondado. Olhos relativamente grandes e cobertos parcialmente por pálpebras adiposas. O final da maxila superior estende-se abaixo da margem posterior do olho.


Hábitos: os jovens comem zooplâncton e crustáceos bênticos. Os adultos preferem peixes, mas também podem se alimentar de lulas, crustáceos e outros invertebrados. Confiantes, freqüentemente aproximam-se do mergulhador em grupos de três a 10 jovens.Um dado curioso é que ao serem retirados da água emitem roncos atritando os ossos da faringe. Anualmente, os adultos fazem migrações do sul para o norte do país para se reproduzirem. É nestas ocasiões que são capturados em grandes quantidades no nordeste por causa das suas ovas.


Curiosidades: pode ser visto em grupos perseguindo suas presas, como o parati e a sardinha, atacando por todos os lados e acuando suas vítimas contra bancos de areia, costões ou mesmo barcos e navios. São vistos tanto na superfície como no fundo. No entanto, os espécimes de grande porte preferem as águas oceânicas acima da plataforma continental.


Onde encontrar: a espécie costuma habitar os mares tropicais e temperados quentes do Atlântico, desde o Canadá até a Argentina. No Brasil, são encontrados por todo o litoral em águas rasas e abertas incluindo as praias arenosas, costões rochosos, baías, ilhas oceânicas ou não, lagoas salobras e áreas estuarinas, podendo eventualmente subir os rios.


Dica para pescá-lo: a forma mais fácil de capturá-lo acontece quando o cardume é visto na superfície atacando pequenos peixes. Neste momento, iscas artificiais usadas no sistema de arremesso são eficientes, pois o barco não precisa chegar tão perto do cardume.

XAREU BRANCO

Nome: Xaréu Branco
Nome científico: Alectis ciliaris
Família: Carangidae


Características: Sua coloração é prateada, escurecendo no dorso e clareando nos flancos e no ventre e o corpo tem formato romboidal, alto e comprimido, com a parte posterior no formato de triângulo com ápice no início do estreito pedúnculo caudal. A altura do corpo é muito maior em exemplar jovem e mais alongada em exemplar adulto, apresentado carenas no final da linha lateral. Alimenta-se de peixes e crustáceos e sua reprodução ocorre em alto mar durante o verão. Chega a atingir 1 m de comprimento e pode ultrapassar os 15 kg.
Hábitos: São peixes de águas abertas que podem ser encontrados individualmente ou em pequenos cardumes sempre com poucos

indivíduos. Os adultos podem ser localizados junto aos parcéis e recifes em paredões mais profundos. Extremamente combatente e veloz, dá um verdadeiro suadouro àqueles que se dedicam a sua captura. No Brasil ele pode ser encontrado em toda a costa, com exceção feita à costeira gaúcha. Nos estados do Paraná e Santa Catarina é comum ser chamado de galo, principalmente o exemplar mais jovem, por apresentar prolongamentos filiformes nas nadadeira dorsal e anal a exemplo dos galos de penecho ( Selene vômer ).


Curiosidades: Esse valente peixe que enlouquece os pescadores de água salgada pertence à família dos Carangidae e responde pelo nome científico de Alectis ciliaris . A grande diferença física entre jovens e adultos originou outros nomes científicos. No caso dos adultos do Oceano Atlântico, Hynnis cubensis e para os que habitam águas do Pacífico, Hynnis hopkinsi . É conhecido internacionalmente como African Pompano com o recorde absoluto (IGFA) pesando 22,9 kg capturado em abril de 1990 na costa de Daytona Beach, Flórida, USA, por Tom Sargent. Possui vários nomes regionais como: abacataia, aleto, aracanguira, aracimbora, galo, galo alto, galo de fita, peixe galo do Brasil, guaracimbora, entre outros.


Onde encontrar: Em toda a costa brasileira junto à coluna d’água nadam junto à superfície – os exemplares jovens alcançam com mais facilidade. Os adultos são solitários e quando estão em cardumes não passam de poucos exemplares e às vezes costumam caçar na superfície. Sua pesca é feita na costeira normalmente em regiões de mar batido com bastante espuma ou contornando parcéis, lajes, ilhas ou recifes. Nos meses quentes são mais freqüentes em mar aberto.


Dicas para pescá-lo: Procure os xaréus nos parcéis quando a correnteza vier do sul para o leste, isto geralmente ocorre logo após as frentes frias.

PEIXE PORCO, CANGULO

Nome: PEIXE PORCO, CANGULO

Nome científico: Balistes capriscus

Habitat e comportamento: em linhas gerais como o Cangulo-Rei, porém preferem águas de
baías e ao largo de praias e ilhas, sobre fundos de areia, cascalho e bancos de algas, de 3 a 50
metros. No verão formam cardumes muito grandes, ocupando da superfície ao fundo,
aparentemente com função reprodutiva, que é similar ao do Cangulo-Rei, acontecendo em
fundos rochosos e de cascalho. Toleram alterações de salinidade e são muito comuns.


Diagnose: D.IlI,27-29; A.23-26; R.3 1-35; corpo como do Cangulo-Rei; lobos frontais da
dorsal mole e anal elevados, mas sem filamento; caudal com lobos alongados. Cinza-azulado
a cinza-oliváceo, com manchas retangulares, escuras e verticais, indistintas, nos flancos,
visíveis especialmente na parte superior do corpo; muitas pintas azuladas na região superior e
outras, brancacentas, na inferior e anal, formando estrias no peito; uma faixa diagonal, clara,
no queixo; margem superior do olho com mancha azul brilhante; os jovens com as manchas
escuras mais distintas. Atinge até cerca de 35 cm.


Pesca e sabor: como o Cangulo-Rei, porém muito mais comum, inclusive no mercado, sendo
largamente consumido; comercialmente é capturado com redes de cerco e espera, na época
em que encarduma, além de linha de fundo. A pesca esportiva é como a do Cangulo-Rei,
porém no verão um só pescador pode capturá-lo em grandes quantidades; se a linha tiver 2-4
anzóis, poderão ser fisgados vários de uma só vez, o que vai aumentar muito a dificuldade do
pescador e a chance de serem mordidos pelos companheiros, que acompanham os presos ao
anzol até a superfície.


Distribuição: Mediterrâneo e Atlântico, no Ocidental da Nova Escócia à Argentina.
Outros nomes: Acará-Mocó, Cangulo, Fantasma, Maracuguara, Peroá, Porquinho; Cochino
Gris.


Detalhe: B. carolinensis Gmelin, 1788, é sinônimo.

ATUM AZUL - BLUEFIN TUNA

Nom: Atum-azul - Bluefin Tuna
Nome científico Thunnus thynnus

Família
Scombridae

Outros nomes comuns
Albacora-azul, atum-verdadeiro e atum-legítimo.

Onde vive
no Atlântico Ocidental, do Labrador (Canadá) ao Nordeste do Brasil, porém é muito raro em nossas águas.

Tamanho
Chega a 4,5m e pouco mais de 680kg. O recorde mundial da IGFA é de 678,58kg, de 1979, na Nova Escócia, Canadá.

O que come
alimenta-se de peixes, lulas, crustáceos pelágicos e zooplâncton. A espécie é conhecida por caçar cardumes de pequenos peixes.

Qualquer que seja a espécie de atum, trata-se de um verdadeiro titã na ponta da linha. Talvez, peso por peso, eles sejam os mais fortes e resistentes peixes esportivos do mar – mesmo os pequenos dão o maior trabalho. Iscas de corrico à meia-água são quase sempre infalíveis, embora também aconteçam ataques cinematográficos em iscas de superfície

OLHO DE BOI, AMBERJACK

Nome: Olho de Boi


Nome científico: Seriola dumerilli

Características: Seu corpo é fusiforme e ligeiramente alongado. A melhor forma geométrica que poderia dar idéia do corpo desta espécie é a de um torpedo. As nadadeiras são curtas se encaixando em depressões do corpo e as dorsal e anal em um tipo de bainha localizada em sua base. A nadadeira dorsal é maior que a anal no comprimento caudal e a caudal é alta e tem formato de forquilha mais arredondada. Os seus raios estão firmemente anexados à placa de ossos na extremidade da coluna. Praticamente, somente ela, e uma pequena porção anterior do corpo na região caudal do peixe, é que batem imprimindo grande velocidade a esses animais. Imagine só o que isso pode significar em um grande exemplar capaz de passar de 1,7 m e 80 kg de massa. A cor geral é bronze avermelhado, ou marrom no dorso e branco no ventre. Apresenta uma faixa preta que se estende da ponta do focinho até a região da nuca. Isto dá um certo aspecto de “mau” para o olho de boi.


Hábitos: É encontrado em águas mais fundas nas regiões de parcéis e fundo de pedras em cardumes não muito numerosos. Sua alimentação é de peixes como a cavalinha, sardinha verdadeira e moluscos, com as lulas. Invertebrados marinhos também podem entrar em sua dieta essencialmente carnívora.


Curiosidades: Presente nos mares tropicais e sub-tropicais de todo o mundo, este belíssimo peixe pões à prova toda a habilidade e perícia de um pescador. Capturar alguns exemplares da espécie Seriola dumerilli não é tarefa fácil. Como é um peixe pelágico, isto é, que vive na coluna de água sempre se deslocando, dá para perceber o que pode ser uma contenda co um bom exemplar, como indivíduos acima dos 10 kg.


Onde encontrar: Peixe pelágico, é encontrado nos mares tropicais e sub-tropicais do mundo inteiro. Gosta muito das águas mais fundas em regiões de parcéis e fundos de pedra. Pode ser achado em águas superficiais. Ilhas marinha e lajes também compõem o endereço do olho de boi. Costuma nadar em cardumes não muito numerosos. À medida que o tamanho médio dos peixes do cardume aumenta, diminui o número de indivíduos.


Dicas para pescá-lo: Se a pescaria do olho de boi for realizada durante a noite, a melhor opção são os dias de lua nova.

OLHETE

Nome: Olhete


Nome científico: Seriola lalandi

Características: Esses elegantes peixes habitam a costa brasileira e mundial e realizam os sonhos de muitos pescadores esportivos. Extremamente combativos e velozes, dão tremendas canseiras àqueles que se dedicam a sua captura. A coloração é geralmente azulada no dorso e branca no centre. Uma faixa longitudinal amarelada geralmente está presente na lateral do corpo após a cabeça até o pedúnculo caudal. A maior altura do corpo está contida, aproximadamente, quatro vezes no comprimento padrão (aquele que vai da ponta do focinho até o final da coluna vertebral). Atingem pouco mais de 1,25 m e 40 kg.


Hábitos: Parentes próximos dos olhos-de-boi, são geralmente encontrados em fundos de pedras, parcéis, costões rochosos e nas áreas externas voltadas para o mar profundo em recifes de corais. Nadam em cardumes numerosos. Entretanto, quanto maiores os exemplares, menor o seu número. Embora considerados pelágicos, habitam preferencialmente regiões costeiras, associados ao ambiente onde são encontrados. Alimentam-se de peixes, lulas e crustáceos associados a fundos rochosos. Os cardumes podem permanecer alguns dias em certas regiões, notícias muitas vezes passadas entre pescadores. A reprodução ocorre em alto mar onde os ovos eclodem, cresce e se desenvolvem. Os pequenos estão geralmente associados a objetos flutuantes como algas, que usam como camuflagem tanto de proteção contra grandes predadores, como para atacar suas vítimas como camarões etc.


Curiosidades: Uma característica que diferencia essa das demais espécies do gênero no Brasil é o número de rastros branquiais do primeiro arco branquial do lado esquerdo da cabeça, de 21 a 23, excluindo os rudimentos. No caso dos olhos-de-boi, existem de 11 a 19 rastros. É a espécie do gênero que apresenta o corpo mais alongado, o que permite distingui-la facilmente das demais.


Onde encontrar: Em toda a costa brasileira, pelágicos e costeiros, percorrem da superfície ao fundo. São comuns em cardumes pequenos e preferem águas batidas. Caçam em grupos, emboscando cardumes junto a parcéis, lajes e ilhas, conduzindo-os para águas abertas e atacando em seguida. Nos meses quentes, são mais freqüentes em mar aberto, acompanhando sargaços e outros detritos na superfície.

Dicas para pescá-lo: Se perceber que o cardume não se interessa por iscas artificiais, não adianta insistir. Troque para iscas naturais de filés de sardinha ou lula cortados em formatos alongados assemelhando-se a pequenos peixes.

MIRAGUAIA

Nome: Miraguaia

Nome científico: Pogonias cromis

Características: A miraguaia possui aspecto robusto, com o corpo alto, alongado e levemente comprimido e achatado, com o corpo coberto por grandes escamas.
A linha lateral é paralela ao perfil dorsal do corpo. A cabeça é robusta, de perfil convexo e reto em sua parte anterior. A boca é larga e se estende até a altura dos olhos. Atrás e debaixo da boca, na parte inferior da cabeça, nota-se uma série de barbilhões. Os olhos são situados lateralmente, se localizam próximo das narinas, e tem tamanho mediano.
A nadadeira dorsal é dividida em dois, sendo que a primeira possui raios espinhosos grandes e a segunda com raios espinhosos menores. A nadadeira caudal é truncada e a anal é curta. As nadadeiras peitorais são largas e as ventrais começam logo atrás das peitorais. Não possuem nadadeira adiposa (aquela pequena, localizada entre a dorsal e a caudal).
Sua coloração é cinza-escura, quase preta no dorso e flancos, clareando em direção ao ventre. As nadadeiras são cinza uniformes, porém mais claras que o corpo. Quando jovens, são mais claras e percebem-se quatro ou cinco faixas escuras verticais, que se confunde com a cor geral, e ficam cada vez mais escuras à medida que crescem.
Pode alcançar aproximadamente 1,60 m de comprimento e chegar a ultrapassar 50 kg, sendo um dos maiores peixes ósseos de seu habitat.


Hábitos: Sua dieta alimentar é composta basicamente de moluscos, principalmente mariscos, crustáceos e peixes.
Quando chega a estação reprodutiva, os indivíduos desta espécie costumam migrar para outras regiões onde as águas são mais quentes durante o inverno, e geralmente são encontrados junto a costões rochosos.


Curiosidades: A miraguaia é um peixe costeiro também conhecido por piraúna e black drum, nos Estado Unidos. Os animais de sua família são capazes de produzir sons bem audíveis, por meio de músculos associados à bexiga aérea, que agem como uma câmara de ressonância.


Onde Encontrar: Trata-se de uma espécie distribuída por todo o litoral brasileiro, do Amapá ao Rio Grande do Sul. Ela prefere viver próximo da costa, em águas não muito profundas, como, por exemplo, canais e estuários, sendo encontrada, principalmente, em regiões de fundo areias, lodo, lama ou cascalho.
O tamanho mínimo para o abate é de 65 cm.


Dicas para pescá-lo: A forma mais divertida de pescar a miraguaia é utilizando metal jigs. Para isso, localize a estrutura e use pequenas iscas com peso entre 15 e 60 g. É recomendável usar uma tralha pesada para não cansar demais o peixe.

GUAIVIRA, SALTEIRA

Nome: Guaivira ou goivira, goaivi, solteira, quiebra, tibiro-saltador e salteira

Nome científico: Oligoplites saurus

Características: Espécie costeira, de pele lisa e escamas bem pequeninas. Seu corpo é alongado, estreito e comprimido, com espinhos anteriores curtos, que ficam mais evidentes e maiores nos peixes jovens. Os maxilares são grandes e estreitos com uma única série de dentes no maxilar superior e com o perfil do inferior muito convexo. As escamas na pele dão a esta espécie uma aparência muito macia. A nadadeira dorsal e anal é formada por raios praticamente isolados. As nadadeiras são pequenas e a caudal é a maior delas. A dorsal tem quase o mesmo tamanho da nadadeira anal. O pedúnculo caudal é estreito, com uma nadadeira bifurcada e grande garantindo maior velocidade


Hábitos: os indivíduos mais novos têm o hábito de ficar flutuando na superfície, porém com a cabeça voltada para baixo, para evitar que sejam facilmente identificados pelos seus predadores naturais. Usam esse método como disfarce. Acredita-se que a reprodução da espécie é feita em canais de mangue e estuários e não em mar aberto, como acontece com as demais espécies da família


Curiosidades: costumam formar médios e grandes cardumes, que vão desde a superfície até o fundo do mar, onde se alimentam de peixes menores, lulas e alguns crustáceos. A espécie acompanha as marés atrás de alimento e suporta grandes variações de salinidade. Quando estão próximas à superfície, as guaiviras dão vários e repetitivos saltos espetaculares fora d’água para capturar suas presas
Onde encontrar: é uma espécie oceânica encontrada desde a superfície até grandes distâncias da praia. Os maiores exemplares não têm uma faixa específica de profundidade, porém prevalecem em água com temperatura ao redor de 28 º C. Os indivíduos jovens são vistos em cardumes nos mangues e estuários, nas baías, ao longo das praias, costões rochosos, parcéis, foz de rios, canais litorâneos e ao redor de ilhas e pontas de pedras. Eles preferem águas túrgidas às mais claras. Exemplares são bastante comuns e mais ativos no verão ou durante o dia e, durante o ano todo, em regiões de clima quente. Eles distribuem-se em todo o litoral brasileiro, desde o estado do Amapá até o Rio Grande do Sul


Dica para pescá-lo: a pesca da guaivira com equipamento de mosca é bastante divertida. Equipamentos número 6 a 8 com 9′ de comprimento e com streamers médios atados em anzóis 2 a 1/0 são infalíveis para fisgar a espécie.

BETARA, PAPA TERRA

BETARA
Nome científico: Menticirrhus americanus

Nomes populares: Carametara, Corvina-cachorro, Embetara, Papa-terra, entre outros.

Modalidades de pesca: A betara é comumente pescada com iscas naturais, principalmente camarão descascado ou não. Podem ser pescadas na praia ou costões rochosos. São muito ativas no final e no início do dia. Estão sempre em cardumes e quando a primeira fisga, logo muitas outras virão. É interessante o uso do elástico (Elastricot) para fixar a isca no anzol.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca da betara, utilizam-se varas de pesca de ação leve e molinetes e carretilhas de igual ação. Pode-se utilizar linha de mão na pesca embarcada.

Os maiores exemplares capturados: A betara é um peixe de pequeno porte, porém oferece boa resistência quando fisgado. Os maiores exemplares chegam à 50cm de comprimento e a pesar em torno de 1,5kg.

BONITO

BONITO - Little tuna
Nome científico: Euthynnus alletteratus

Nomes populares: Bonito-pintado, Bonito-rajado, False Albacore, entre outros.

Modalidades de pesca: É pescado de forma semelhante a anchova, porém não são muito comuns próximo à costa. Utilizando-se iscas artificiais na modalidade de corrico (embarcado) e através da utilização de iscas naturais (parati ou sardinha) na modalidade pesca "fundeada" ou "de espera". A primeira modalidade é sem dúvida a mais emocionante e esportiva... É comum pescarmos de corrico através da utilização de embarcações para fazermos o costeio ao redor de ilhas, recifes e costões. Para isto, soltamos duas ou mais iscas artificiais a uma distância entre 25 e 50 metros do barco, com este se movimentando a uma velocidade entre 8 e 12 km/h. É um peixe bastante esportivo, dando bastante trabalho ao pescador.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de corrico embarcada, utilizam-se varas de pesca em fibra de vidro ou de carbono com comprimentos entre 1,3 e 2,2 metros, de ação média à pesada, com molinetes ou carretilhas de ação pesada com capacidades grandes de linha.

Os maiores exemplares capturados: O bonito pode atingir 1 metro e mais de 15kg de peso. Já observamos a captura de bonito próximo de nossa costa.

CARATINGA

CARATINGA
Nome científico: Eugerres brasilianus

Nomes populares: Acarapeba, Acará-tinga, Carapeba-branca, Mojarra, entre outros.

Modalidades de pesca: A caratinga é pescada geralmente com iscas naturais como por exemplo camarões, corruptos, pequenos siris e caranguejos. É comumente pescada na nossa região no período da noite, geralmente em pesca embarcada, próximo a ilhas e costões rochosos. Aparece em cardumes e quando a primeira e ferrada, logo muitas outras virão.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca embarcada utilizam-se varas de pesca de ação leve equipadas com molinete ou carretilha de igual ação ou com linhada de mão. Utilizam-se anzóis de tamanhos variados entre 1 à 2/0.

Os maiores exemplares capturados: A caratinga é um peixe de pequeno porte, atingindo em média 40cm de comprimento e a pesar 1,5kg.

GAROUPA

GAROUPA
Nome científico: Epinephelus guaza

Nomes populares: Garoupa verdadeira, Guasa, Garoupa-preta, Crioula, entre outros.

Modalidades de pesca: A garoupa pode ser pescada como o badejo, com iscas artificiais de meia-água e principalmente de fundo ou com iscas naturais. A modalidade com iscas naturais é a mais utilizada na nossa região, quando o pescador utiliza o parati ou a sardinha já mais "passados" com isca principal. A pesca é realizada no fundo, em geral embarcada com o barco posicionado sobre recifes de pedra ou embarcações afundadas. Utiliza-se material forte com ação média à pesada porque a garoupa costuma entocar quando fisgada. Os habitantes do nosso litoral preferem utilizar linhadas de mão para pesca da garoupa e do badejo, porque segundo eles, assim o peixe não tem tempo de fugir e entocar... É conveniente o uso de luvas apropriadas para esta modalidade de pesca, uma vez que um grande exemplar pode causar sérios ferimentos nas mãos do pescador.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca embarcada utilizam-se varas de pesca de ação média à pesada com molinete ou carretilha de igual ação. Linhas fortes , em geral 0,7 à 1,0mm. Para utilização de linhadas de mão, utilizam-se linhas com bitolas entre 0,80 e 1,2 mm.

Os maiores exemplares capturados: A garoupa é um peixe de grande porte, podendo atingir mais de 1 metro de comprimento e a pesar mais de 60kg. Na ilha de São Francisco do Sul-SC, já presenciamos a captura de garoupas com mais de 50kg de peso, através da pesca de fundo utilizando-se paratis "passados" durante à noite.

ESPADA, PEIXE ESPADA

ESPADA
Nome científico: Trichiurus lepturus

Nomes populares: Espadão, Sabre, Sable, Peje espada, entre outros.

Modalidades de pesca: Como todo peixe predador, o espada é pescado utilizando-se iscas artificiais na modalidade de corrico (embarcado ou não) e através da utilização de iscas naturais (parati ou sardinha) na modalidade pesca "fundeada" ou "de espera". A primeira modalidade é sem dúvida a mais emocionante e esportiva... É comum pescarmos de corrico através da utilização de embarcações para fazermos o costeio ao redor de ilhas, recifes e costões. Para isto, soltamos duas ou mais iscas artificiais a uma distância entre 25 e 50 metros do barco, com este se movimentando a uma velocidade entre 8 e 12 km/h. Outra forma de fazermos o corrico embarcado é aproximando-se de ilhas e costões, aonde forma-se bastante espuma devido à ação das ondas e arremessamos iscas artificiais o mais próximo possível das pedras, recolhendo em seguida... Para tanto é imprescindível haver um piloteiro experiente no comando do motor (que deverá estar sempre em funcionamento e em perfeitas condições de uso), uma vez que é necessário movimentar-se rapidamente o barco quando este se aproxima muito das pedras. Para pesca de corrico desembarcada, muito apreciada por nós, efetuamos o arremesso das iscas artificiais diretamente das pedras dos costões existentes na nossa região. Da mesma forma que o corrico embarcado, arremessamos e recolhemos as iscas artificiais ininterruptamente até haver o ataque do peixe. O espada aparece em cardumes que ficam flutuando de cabeça para cima no mar a espera de suas vítimas... Quando capturados, dão saltos espetaculares, porém cansam logo e se entregam. É preciso bastante cuidado ao retirar-se o anzol ou garatéia de sua boca que é provida de dentes afiados e perigosos. No verão, a pesca com bóias luminosas, utilizando-se como iscas o parati e a sardinha, dá excelentes resultados e podemos capturar muitos exemplares.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de corrico embarcada, utilizamos varas de pesca em fibra de vidro ou de carbono com comprimentos entre 1,3 e 2,2 metros, de ação média à pesada. Utilizamos em geral, molinetes de ação pesada, com capacidade para até 220 metros de linha 0,57mm. Para pesca de corrico desembarcada, os molinetes são os mesmos utilizados na pesca embarcada, porém, as varas de pesca por nós utilizadas são de fibra de carbono, ação pesada, com comprimentos entre 3,9 e 4,6 metros, que são mais apropriadas para arremesso à longa distância. Outro utensílio bastante utilizado para pesca do espada é a bóia luminosa, que consiste numa bóia plástica provida de uma pequena lâmpada e uma pilha (A luz pode ser química também). Presa a esta bóia, um anzol tamanho 5/0 à 6/0 devidamente encastoado com cabo de aço.

Os maiores exemplares capturados: O espada pode atingir até 2 metros de comprimento e a pesar 4kg.

DOURADO DO MAR, DORADO, DOURADO

DOURADO DO MAR - Dolphin
Nome científico: Coryphaena hippurus

Nomes populares: Dalfinho, Dorado, Cabeçudo, Mahimahi, entre outros.

Modalidades de pesca: Peixe comum em alto mar. É pescado através de corrico ou fundeado, podendo ser fisgado com linhas boiadas ou de fundo; Empates de aço são desaconselháveis em águas muito claras. Anzóis 6/0 a 9/0 podem ser usados com lulas e/ou sardinhas inteiras usadas como isca.

Os grandes, geralmente aparecem aos pares e oferecem grande resistência quando fisgados, dando saltos espetaculares. Atacam todo tipo de isca artificial, quando tem vontade. Sua preferência maior é por lulas artificiais. Na região sul, são mais comuns no verão quando a água azul se aproxima mais da costa.

Equipamentos mais utilizados: Molinete ou carretilha, a gosto do pescador, de ação média a pesada. Varas de fibra de carbono são ótimas devido a grande resistência e leveza. Linhas casadas com o equipamento. É bom ter sempre bastante linha nos carretéis devido as diversas corridas do peixe; Melhor ter linhas mais finas e muitos metros no carretel. (250-350m com linhas 30-60lbs)

O Dourado do mar pode atingir até 1,5 metros de comprimento e pesar 40kg. Exemplares com até 15kg são os mais comuns.

CAVALA, SOROROCA

CAVALA
Nome científico: Scomberomorus cavalla

Nomes populares: Cavala-verdadeira, Kingfish, Cavala-preta, Sororoca, entre outros.

Modalidades de pesca: Como no caso da anchova, a cavala é pescada utilizando-se iscas artificiais na modalidade de corrico (embarcado ou não) e através da utilização de iscas naturais (parati ou sardinha) na modalidade pesca "fundeada" ou "de espera". A primeira modalidade é sem dúvida a mais emocionante e esportiva... É comum pescarmos de corrico através da utilização de embarcações para fazermos o costeio ao redor de ilhas, recifes e costões. Para isto, soltamos duas ou mais iscas artificiais a uma distância entre 25 e 50 metros do barco, com este se movimentando a uma velocidade entre 8 e 12 km/h. Outra forma de fazermos o corrico embarcado é aproximando-se de ilhas e costões, aonde forma-se bastante espuma devido à ação das ondas e arremessamos iscas artificiais o mais próximo possível das pedras, recolhendo em seguida... Para tanto é imprescindível haver um piloteiro experiente no comando do motor (que deverá estar sempre em funcionamento e em perfeitas condições de uso), uma vez que é necessário movimentar-se rapidamente o barco quando este se aproxima muito das pedras. Para pesca de corrico desembarcada, muito apreciada por nós, efetuamos o arremesso das iscas artificiais diretamente das pedras dos costões existentes na nossa região. Da mesma forma que o corrico embarcado, arremessamos e recolhemos as iscas artificiais ininterruptamente até haver o ataque do peixe. A cavala não é muito comum de ser encontrada junto à costões, sendo mais comum em mar aberto. É bastante comum encontrarmos um parente próximo que possue pintas pretas espalhadas pelo corpo e é comumente chamada de sororoca.

Equipamentos mais utilizados: Para pesca de corrico embarcada, utilizamos varas de pesca em fibra de vidro ou de carbono com comprimentos entre 1,3 e 2,2 metros, de ação média à pesada. Utilizamos em geral, molinetes de ação pesada, com capacidade para até 220 metros de linha 0,57mm. Para pesca de corrico desembarcada, os molinetes são os mesmos utilizados na pesca embarcada, porém, as varas de pesca por nós utilizadas são de fibra de carbono, ação pesada, com comprimentos entre 3,9 e 4,6 metros, que são mais apropriadas para arremesso à longa distância.

As iscas artificiais que utilizamos são bastante variadas, dependendo exclusivamente das condições do tempo, do mar e da vontade dos peixes...

Os maiores exemplares capturados: A cavala pode atingir 1,7 metro de comprimento e a pesar 45kg. Os exemplares mais comuns tem entre 3 e 6kg de peso.

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